segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Na UTI, jovem itabaianense necessita de doação de sangue com urgência

 
 
Familiares da jovem itabaianense Mislene Santos Oliveira, mais conhecida como Mislene Fontes, 19 anos, que há cerca de quatro meses descobriu estar com leucemia, estão em campanha para conseguir doadores de sangue.
Mislene estava internada no setor de oncologia do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) há cerca de um mês, mas após um procedimento cirúrgico teve que ser transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e necessita de transfusão de sangue do tipo O negativo para prosseguir com o tratamento contra o câncer.
Por se tratar de um grupo sanguíneo que é doador universal, mas que recebe apenas da mesma variedade de sangue, O-, somente pessoas também com o tipo O e fator Rh negativo podem ser doadoras diretas.
Para fazer a doação em nome de Mislene, os doadores devem comparecer ao Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), situado à Rua Quinze, nº 01, bairro Capucho, em Aracaju, informando o nome da beneficiada, ou entrar em contato através do (79) 99917-7049 e falar com Tutu, pai da jovem, que está disponibilizando transporte àqueles que se manifestem solidários à causa.
Entretanto, é necessário saber que existem requisitos que se fazem exigências à doação. Confira:
• » Estar em boas condições de saúde.
• » Ter entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessários e formulário de autorização).
• » Pesar no mínimo 50kg.
• » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
• » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
• » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).
Impedimentos temporários
• » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
• » Gravidez
• » 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
• » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
• » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
• » Tatuagem / maquiagem definitiva nos últimos 12 meses.
• » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses.
• » Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.
» Qualquer exame endoscópico (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, rinoscopia etc); se com biópsia, é necessário avaliação do resultado: por 6 meses a 01 ano.
» Extração dentária (verificar uso de mediação), tratamento de canal (verificar medicação): por 7 dias.
» Cirurgia odontológica com anestesia geral: por 4 semanas.
Impedimentos definitivos
• » Hepatite após os 11 anos de idade. *
• » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
• » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
• » Malária.
• * Hepatite após o 11º aniversário: Recusa Definitiva; Hepatite B ou C após ou antes dos 10 anos: Recusa definitiva; Hepatite por Medicamento: apto após a cura e avaliado clinicamente; Hepatite viral (A): após os 11 anos de idade, se trouxer o exame do diagnóstico da doença, será avaliado pelo médico da triagem.
Pedido via internet
 
 

10ª edição Estrela Solidária doação de sangue e leite em pó

 
 
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Mais uma bela ação será realizada pela torcida alvinegra em Fevereiro! A Campanha Estrela Solidária realizará a DÉCIMA EDIÇÃO de coleta de sangue e leite em pó no HEMORIO.
Nossa primeira ação ocorreu em 2009 num grande evento no Hemorio, onde cerca de 200 torcedores compareceram e contamos com a presença de ex-jogadores e jogadores do elenco do Botafogo de Futebol e Regatas.
Desde então repetimos diversas vezes ações de solidariedade, todas movidas pela energia de nossa torcida. Força reconhecida pelo Hemorio que premiou a Estrela Solidária com o Troféu Henfil e uma certificação de importância da torcida alvinegra no ciclo de sangue do Rio de Janeiro.
Essa campanha se tornou um sucesso graças a cada um de vocês, por isso ajude ao máximo. COMPARTILHEM nossas notícias, CONVIDEM seus amigos para o evento, SUGIRAM, enfim PARTICIPEM. Nós TORCEDORES ALVINEGROS somos as ESTRELAS SOLIDÁRIAS!
E claro! Se você não torcer para o Botafogo mas tiver vontade de participar, estaremos esperando! Para a solidariedade não existe rivalidade!

Agora… se você não puder participar, contribua divulgando o evento e convidando seus amigos. Mesmo sem estar presente você ajuda a salvar vidas incentivando a formação de novos doadores!
Em caso de dúvidas ou sugestões, entre em contato pela página ou com um de organizadores:

– Daniel Rodopiano Gentilezza
– Guilherme Maricato
– Rodrigo Findlay
– Tatiane De Biasi Caldara
– Thiago Silva
– Thyenny Montmor
– Thyerry Montmor

 
ESTRELA SOLIDÁRIA
 

'Valorizo mais as pequenas coisas', afirma blogueira que venceu câncer

Lívia Hernandes, de Ribeirão Preto, retirou seio e lutou um ano contra doença .
Após cura, jovem decidiu por outra mastectomia devido à mutação genética.



Lívia Hernandes confeccionou origamis com mensagens de superação durante tratamento do câncer (Foto: Fernanda Testa/G1)Lívia Hernandes confeccionou origamis com mensagens de superação durante tratamento do câncer (Foto: Fernanda Testa/G1)
Um ano depois de ser diagnosticada com um câncer de mama, a farmacêutica de Ribeirão Preto(SP) Lívia Hernandes, de 28 anos, comemora a vitória contra a doença. Durante o tratamento no Hospital das Clínicas do município, Lívia passou por sessões de quimioterapia, radioterapia, submeteu-se a uma mastectomia, para retirada de um dos seios, e ainda teve que lidar com a queda do cabelo, consequência dos quimioterápicos.
Depois de ser ver obrigada a se adaptar à nova rotina, a farmacêutica, que se debruçou na criação de um blog para compartilhar os desafios de conviver com a doença, diz que cresceu espiritualmente e amadureceu no período em que lutou contra o câncer.
"Valorizo mais as pequenas coisas da vida. Muita gente fala sobre valorizar o presente, mas não sabe o que é isso realmente. Quando uma doença dessas chega, a gente lembra que está nessa vida de passagem", afirma.
Mesmo considerada curada do câncer, Lívia se viu diante de mais um desafio: depois de um mapeamento genético, descobriu que sofre de uma mutação que aumenta as chances de desenvolver a doença novamente. O distúrbio é o mesmo da atriz Angelina Jolie, que retirou mamas e ovários para diminuir as chances de ter câncer.
Diante da situação, Lívia decidiu passar por mais uma mastectomia. A cirurgia foi feita no dia 21 de julho. "Meu risco de ter câncer de mama de novo, a qualquer hora, é de quase 70%. Como o risco era grande, eu preferi retirar. A escolha foi difícil, mas como minha avó teve câncer de mama, e cinco anos depois teve a doença na outra mama, eu não quis correr esse risco. Passar por quimio, rádio, de novo. É possível superar a mastectomia. Já passei por isso uma vez" diz.
À esquerda, Lívia Hernandes durante tratamento contra o câncer; à direita, farmacêutica já curada da doença (Foto: Fernanda Testa/G1)À esquerda, Lívia Hernandes durante tratamento contra o câncer; à direita, farmacêutica já curada da doença (Foto: Fernanda Testa/G1)
Dias difíceis

Mesmo tentando manter o bom humor e autoestima nas idas e vindas do hospital, Lívia não esconde que passou por momentos difíceis durante o tratamento, desde a fraqueza e a debilitação do organismo nos dias posteriores às sessões de quimioterapia, até a fadiga causada pela radioterapia.

O mais difícil foi encarar que a gente é mortal. Às vezes a gente esquece disso. Vai vivendo loucamente, não reflete muito. Quando uma doença dessas chega, a gente lembra que está nessa vida de passagem."
Lívia Hernandes, ex-paciente com câncer
A farmacêutica considera, no entanto, que o mais difícil foi encarar a queda de cabelo. "Perder o cabelo foi complicado, mais difícil que a mastectomia. Eu era muito vaidosa. A mastectomia não é algo visível, não dá para as pessoas perceberem. Andei algumas vezes careca, sem lenço, na rua, e as pessoas se assustavam. As pessoas não sabem disfarçar. Isso é complicado de lidar, com essa diferença, com o fato de estar diferente", relata.
Ao observar a reação das pessoas, no entanto, Lívia disse que também tirou uma boa lição desse tipo de comportamento. "Foi interessante ver como as pessoas julgam o outro sem saber o que o outro está passando. Isso foi uma lição para mim, porque eu às vezes acabava julgando as pessoas pela aparência. A gente não sabe o que a pessoa está vivendo, o que se passa na vida dela. Isso foi importante para mim", diz.
Apoio foi fundamental

Lívia conta que o processo de recuperação da doença foi menos doloroso porque teve o apoio da família e, principalmente, do namorado, Luiz Fabiano Aguiar. "Ele foi muito parceiro. Não imaginava que ele estaria tão presente. Quando eu descobri a doença, a gente namorava fazia um ano e alguns meses. Já tinha lido vários casos de marido que abandonou mulher, namorado que largou porque não aguentou. Mas ele foi muito presente", afirma.

Lívia raspou os cabelos com a ajuda do namorado Luiz Fabiano (Foto: Arquivo pessoal)
Na época do tratamento, Lívia raspou os cabelos

com a ajuda do namorado (Foto: Arquivo pessoal)






















Na última sessão de radioterapia, no dia 13 de maio deste ano, Aguiar também estava ao lado de Lívia. Para a farmacêutica, naquele momento ela pôde fazer um balanço de tudo que passou, desde a descoberta do câncer até todos os obstáculos que teve que enfrentar.
"Fiquei meio passada. Estava lá, nos últimos minutos, e me lembrei de todo o processo. Comecei a chorar na hora. Ele disse: Calma, Lívia. Acabou. Estamos voltando para casa. Passou um filme de tudo que eu deixei naquele período. Meu trabalho, algumas atividades, tudo o que eu passei de dores, de luta. E estava acabando naquele momento", diz.
Entre os familiares, Lívia acredita que quem mais ficou tocado com a doença foi seu pai. "Para ele foi muito complicado, porque a mãe dele teve câncer. Dessa vez ele conseguiu trabalhar alguns sentimentos que ainda ficaram meio adormecidos com a mãe. Ele teve que reviver tudo aquilo. Mas a família toda se envolveu, desde minha sobrinha de cinco anos até tios que eram mais afastados", conta.
No blog, Lívia incentiva outras mulheres a encarar a doença da melhor maneira possível  (Foto: Fernanda Testa/G1)Na época em que descobriu o câncer, Livia resolveu contar sua história em blog (Foto: Fernanda Testa/G1)
Retomada das atividades

Terminado o tratamento, Lívia retomou o doutorado em toxicologia na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto. A farmacêutica voltou para a universidade no dia 3 de julho, e desde então se diz entusiasmada com o trabalho e com o reencontro dos colegas de pós-graduação.


"Está sendo muito gostoso. Às vezes estou andando pela USP, e passa um técnico ou uma amiga. As pessoas passam por mim e começam a sorrir. É muito gostosa essa recepção. Uma professora me encontrou, me deu as boas vindas. Ganhei um caderninho cheio de mensagens dos meus amigos. O pessoal fez festa para mim e para outra colega que acabou de chegar dos Estados Unidos. É muito gostoso e gratificante", afirma.
Além do doutorado, Lívia continua com as postagens no blog. "É interessante que até hoje, toda semana eu recebo alguma mensagem de alguém que acabou de conhecer o blog. Vou continuar com ele, porque acho importante para me ajudar a expressar o que eu estou sentindo. As pessoas me ajudam, eu ajudo as pessoas, é uma troca", diz.
Curada do câncer de mama, Lívia diz que quer curtir ao máximo os momentos com o namorado, Luiz Fabiano (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)Curada do câncer de mama, Lívia diz que quer curtir ao máximo os momentos com o namorado, Luiz Fabiano (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Planos para o futuro

Por enquanto, os planos de Lívia são concluir o doutorado e voltar a se dedicar às atividades que estava acostumada, como corrida, atividades físicas e aulas de ballet. Ela diz que também pretende continuar com sessões de ioga e meditação, práticas adquiridas durante o tratamento contra o câncer.


A farmacêutica também quer aproveitar a nova vida para passar mais tempo com o namorado. "Agora é que vamos nos curtir mais. Durante o tratamento, a gente queria viajar e não tinha como. Mas por outro lado, foi bom pra gente se unir mais. Estamos muito amigos, muito mais parceiros. Foi importante todo esse processo", diz.
Aprendizado

De todos os altos e baixos vividos no último ano, Lívia diz que a lição mais importante que aprendeu foi dar valor às pequenas coisas do dia a dia e a encarar que os problemas podem ser solucionados com fé e força de vontade.


"O mais difícil foi encarar que a gente é mortal. Às vezes a gente esquece disso. Vai vivendo loucamente, não reflete muito. Quando uma doença dessas chega, a gente lembra que está nessa vida de passagem. Por causa disso, você começa a valorizar mais a vida. Eu era muito ansiosa, pensava muito só no futuro. O que eu ia ser lá na frente. Hoje valorizo cada vez mais o presente. Agradeço a Deus por mais um dia. Gratidão também é importante nesses momentos. Ser grata de que eu pude retornar", conclui.
Curada do câncer, Lívia diz que aprendeu a dar valor às pequenas coisas do cotidiano' (Foto: Fernanda Testa/G1)Curada do câncer, Lívia diz que aprendeu a dar valor às pequenas coisas do cotidiano' (Foto: Fernanda Testa/G1) G1

Grajauense que sobreviveu ao acidente de Teresina precisa de doação de sangue

Lucinha com sua filha Amanda Silveira (Foto: Divulgação)
 
A grajauense Luciléia de Jesus Ferreira da Silveira (conhecida de todos por Lucinha) de 46 anos, que sobreviveu ao trágico acidente na Av. Marechal Castelo Branco, Zona Norte de Teresina, na noite da última quinta-feira (18), segue internada em estado grave na sala vermelha do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), e está precisando de doação de sangue com urgência.
“Gente minha mãe está precisando de muito sangue; conseguimos duas bolsas hoje, mais não foi suficiente; o tipo é ‘B negativo’ (B-); se alguém puder doar, ou tiver conhecidos aqui em Teresina, podem encaminhar para o Hemopi…”, pediu a filha Amanda Silveira pelo aplicativo de mensagem Whatsapp no final da tarde deste domingo (21).
As doações podem ser feitas no Hemopi, situado na Rua 1º de maio, 235/sul, centro, Teresina-PI. Para doar a pessoa precisar apresentar documento oficial com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista ou carteira do conselho profissional), estar saudável e alimentado, ter entre 16 e 69 anos (menor de 18 anos apresentar Termo de Consentimento assinado pelo responsável legal), e pesar a partir de 50 Kg.
Lucinha passou por intervenção cirúrgica na sexta-feira (19), já tomou duas bolsas de sangue e precisa de mais oito. Aos doadores compatíveis a família agradece a generosidade. Além de pagas todas as despesas em Teresina. Mais informações podem falar com Amanda Silveira pelo WhatsApp (99) 98145-1647.
 

Policiais militares de São Paulo participam de campanha de doação de sangue

 
 
A Polícia Militar realizou, na manhã desta quinta-feira (18), uma campanha de doação de sangue em parceria com a Fundação Pró-Sangue - Hemocentro de São Paulo. No total, 84 PMs participaram da ação para ajudar a abastecer o estoque da fundação.
A iniciativa partiu do comandante do 5° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), major Ricardo de Freitas Villalva. A ação foi realizada na sede do próprio batalhão, na Vila Gustavo, zona norte da Capital, e contou com a doação dos policiais que atuam na região.
“Essa é a missão da polícia, estar junto com a sociedade, protegendo e servindo. Essa missão se dá por meio de ações sociais como essa, que são de extrema importância e fortalecem os laços entre polícia e sociedade”, disse a sargento Taís Tavares, que atua no batalhão.
Na primeira campanha de doação de sangue realizada pela unidade, os profissionais da fundação também prestaram orientações sobre saúde e bem-estar.
A sargento contou que novas ações serão promovidas pelo batalhão, já que mais PMs querem aderir à iniciativa.

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