terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Direito de Viver: Ana Paula Valadão e Marcelo Aguiar participam de CD beneficente ao Hospital do Câncer de Barretos

Iniciativa que visa arrecadar recursos para o Hospital do Câncer de Barretos, cidade do interior de São Paulo, resultou na produção de um CD chamado “Direito de Viver”.

Na 12ª edição do projeto Direito de Viver, artistas conhecidos do grande público aceitaram participar da gravação do álbum, que terá os valores da venda revertidos para o Hospital.

O álbum deste ano conta com a participação da cantora Ana Paula Valadão e do cantor Marcelo Aguiar.
 
Do meio secular, participaram os cantores Gusttavo Lima, Luan Santana, Chitãozinho & Xororó, Michel Teló, Paula Fernandes, Zezé Di Camargo & Luciano, entre outros.

A assessoria de imprensa do cantor Marcelo Aguiar ressalta que o álbum é “uma importante fonte de renda para que o Hospital do Câncer de Barretos continue a promover tratamento digno e de qualidade aos inúmeros pacientes que são atendidos diariamente”.

Aguiar, que também é deputado federal, afirma que as iniciativas de cunho social são de extrema importância: “Tenho trabalhado para ajudar essa importante casa de socorro do nosso Brasil, o Hospital do Câncer. Juntamente com a Santa Casa de Barretos e outras instituições de apoio como Casa Acolhedora Vovô Antônio, são lugares onde vidas são tratadas com amor e o devido respeito. Parabenizo a cada uma delas pelo empenho e mais uma vez me coloco a disposição como parlamentar para ajudar no que estiver ao nosso alcance”.

O CD “Direito de Viver” pode ser encontrado nas agências dos Correios ou no Bazar da Captação de Recursos do Hospital de Câncer de Barretos.
 
Fonte Combate ao Câncer


Estudantes de Medicina promovem trote solidário com doação de sangue

Foto: Divulgação/ SES-MT

Foto: Divulgação/ SES-MT

Alunos da faculdade de medicina da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade de Cuiabá (Unic) optaram por um trote diferente do tradicional para o início do semestre de 2016. Os calouros de medicina participaram de um trote solidário, com doação de sangue para o MT Hemocentro.
O vice-presidente do Centro Acadêmico João Alberto Novis (Cajan), da Unic, Valdey e Oliveira, explica que o objetivo da iniciativa é estimular os alunos a participar de ações de caráter social, que proporcionem momentos de integração entre os novos alunos e os veteranos. “A nossa ação é de responsabilidade social e amor ao próximo. Para nós, a iniciativa é mais do que doar sangue. É um trote pela vida. O objetivo do projeto é beneficiar as pessoas que precisam ou possam vir a precisar da transfusão de sangue”, disse Valdey. A doação dos alunos da Unic ocorre entre 19 e 26 de fevereiro.
A acadêmica da UFMT, Camila Bicudo, explica que os alunos do curso participaram da ação nos dias 14 e 15 de janeiro. Ela ficou impressionada com a adesão dos colegas. “Promovemos o desafio e o mais legal é que foi bem aceito. Precisamos de iniciativas que estimulem o amor ao próximo”, disse. Ela acrescenta que no próximo semestre o trote solidário será realizado novamente.
A psicóloga do MT Hemocentro, Elione Figueiredo de Arruda, comenta que a iniciativa permite que os acadêmicos vivenciem uma nova realidade relacionada à atenção básica à saúde. A mudança do conceito do trote é de suma importância. “É gratificante ver o quanto os jovens estão preocupados em ajudar”, destacou.
Para ser doador é preciso ter entre 16 e 68 anos, pesar mais de 50 quilos e estar com boa saúde. Menores de 18 anos só podem doar com autorização dos pais ou responsável legal. Estar bem alimentado e portar documento oficial de identidade com foto são requisitos imprescindíveis para quem decide fazer a doação.
Doar sangue é um ato simples, tranquilo e seguro, que não provoca risco ou prejuízo à saúde. Além disso, a doação é voluntária, anônima e não remunerada. Todo o processo de doação é seguro, indolor e dura cerca de 40 minutos. O ideal é que cada pessoa doe sangue pelo menos duas vezes ao ano. Homens devem respeitar um intervalo de 60 dias entre cada doação, enquanto que para as mulheres esse período é de 90 dias.

Família unida pela 'bike' usa a bicicleta para incentivar a doação de sangue


 
Esposa, marido e dois filhos que se locomovem de bicicleta para todos os lugares ­ escola, trabalho, passeios, supermercado ­ usando camisetas berrantes. A Família Bike Amarela atrai olhares por onde passa, e é justamente esse o objetivo. “Escolhemos o amarelo porque é a cor do semáforo que pede atenção”, explica Germano Batistel, 13 anos, o primogênito. Com o chamativo uniforme, eles não passam despercebidos e recebem mais respeito dos motoristas no trânsito.


Eles usam a bicicleta como meio de transporte há sete anos. Em 22 de setembro de 2010, participaram do Dia Mundial sem Carro, que representou a virada para que se tornassem ativistas. “Andamos sempre em fila indiana, velocidade constante, sinalizando com as mãos, pela direita da faixa, respeitando o pedestre. Procuramos conscientizar os outros ciclistas. Se estão andando pela canaleta do ônibus, convidamos para se juntar a nós”, conta a mãe, a técnica em higiene bucal Marinês Batistel, 45. Os demais integrantes da trupe são o pai, Elízio Batistel, 54, e o caçula, Hernani Batistel, 10.

 

Elízio, Marinês, Germano e Hernani: objetivo é chamar atenção.  Foto: Felipe Rosa.
 
Elízio, Marinês, Germano e Hernani: objetivo é chamar atenção. Foto: Felipe Rosa.

Há um ano, a família decidiu juntar outras causas ao cicloativismo. Ao presenciarem um grave acidente de carro e moto, em que o motociclista perdeu muito sangue e veio a falecer, Marinês teve a ideia de engajar a família em campanhas de doação de sangue. “Pensei em mandarmos fazer um camisetão amarelo para vestirmos e informarmos a população sobre os bancos de sangue da cidade”, diz ela.
Várias campanhas
 
Todos os sábados, a família sai, cada um com sua magrela, e se dirige à Rua XV de Novembro, onde entrega panfletos informativos, estimulando a doação de sangue. Aos poucos, foram surgindo demandas de parentes de pacientes, que pediam que os ciclistas incentivassem também o cadastramento de medula óssea e a doação de plaquetas. Marinês até raspou a cabeça para sensibilizar as pessoas para as causas.

“Muitos perguntam o que nós ganhamos com tudo isso, querem saber qual é o interesse por trás, se temos ambição política. Não é nada disso. É muito gratificante quando alguém nos aborda e conta que doou sangue, ou quando um paciente nos procura para nos abraçar e agradecer por termos feitos campanha para ele”, relata Elízio.
Criatividade não falta para gerar engajamento nas campanhas apoiadas pelos Batistel. Foto: Felipe Rosa.
Criatividade não falta para gerar engajamento nas campanhas apoiadas pelos Batistel. Foto: Felipe Rosa.
Desafios do trânsito
Apesar do visual alegre, a Família Bike Amarela enfrenta duras dificuldades no dia a dia. As agressões verbais dos motoristas são frequentes e já houve até ameaça de morte. “Uma vez, um senhor me fechou e disse para pararmos de atrapalhar o trânsito, senão ele iria passar com o carro por cima de nós”, recorda Marinês. Na escola dos filhos, colegas chegaram a cortar o freio da bicicleta dos meninos. Não é raro que pessoas furem os pneus das bikes.
Elízio conta que eles têm de reunir muita coragem para passar pelas avenidas Silva Jardim e Sete de Setembro, onde é muito comum que motoristas xinguem, joguem o carro em cima e mostrem o dedo do meio. “Está faltando educação e respeito”, diz. Muitas vezes, a família fica chateada e pensa em desistir. “Mas a comunidade do bairro nos defende”, comemora a esposa. A família vive no Xaxim, em uma casa pintada de amarelo. Enfeitando um dos muros, está o desenho de uma bicicleta feito pelos Batistel com 2.400 lacres de latinhas.
Foto: Felipe Rosa.


http://cacadores.parana-online.com.br/curitiba/bike-amarela/
Família Bike Amarela

SOCIAL MEDIA

MARCADORES