quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ONU cria novo símbolo para acessibilidade


Batizada de ‘A Acessibilidade’ (The Accessibility), logomarca foi desenvolvida para aumentar a consciência sobre o universo da pessoa com deficiência.

'A Acessibilidade' (The Accessibility). Imagem: Reprodução




‘A Acessibilidade’ (The Accessibility). Imagem: Reprodução
Uma figura simétrica conectada por quatro pontos a um círculo, representando a harmonia entre o ser humano e a sociedade, e com os braços abertos, simbolizando a inclusão de pessoas com todas as habilidades, em todos os lugares.

Batizada de ‘A Acessibilidade’ (The Accessibility), a logomarca foi criada pelo Departamento de Informações Públicas da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, para aumentar a consciência sobre o universo da pessoa com deficiência. A ideia é usar o símbolo em produtos e locais acessíveis.
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Segundo a ONU, o logotipo foi selecionado pelo Focus Groups on Accessibility, em conjunto com a Inter-Departmental Task Force on Accessibility at the United Nations Secretariat. Simboliza a esperança e a igualdade de acesso para todos.
“O símbolo é neutro e imparcial. Sua utilização não implica em um endosso da Organização das Nações Unidas ou do Secretariado das Nações Unidas”, explica a ONU.



http://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/onu-cria-novo-simbolo-para-acessibilidade/


Campanha de doação de sangue em Santa Bárbara do Oeste

 
Na próxima terça-feira, dia 01.03, acontecerá mais uma Campanha de Doação de Sangue.


Nos ajude na divulgação e na captação de novos doadores.
Para ser um doador de sangue, basta:


•Ser saudável;
•Ter entre 18 e 69 anos; serão aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 (dezesseis) e 17 (dezessete) anos, com o consentimento formal e presencial do responsável legal, para cada doação.

•Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis ou transmitidas pelo sangue;
•Não fumar 2 horas antes ou após a doação;
•Não estar em jejum, fazer um lanche leve; evitar alimentos gordurosos (ex. manteigas, bacon, ovos, gordura animal, etc.) e refeições completas (almoço, jantar) nas 3 horas que antecedem a doação ;
•É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto;
•Não ter feito endoscopia há menos de 6 meses e tatuagem ou piercing há menos de 12 meses.

A Campanha de Doação de Sangue é uma parceira do Hemocentro da Unicamp e Secretaria Municipal de Saúde, com o apoio dos Lions Clubes Santa Bárbara d'Oeste Centro e Pérola.

Doe Sangue! Doe Vida!

Mais informações: 0800 722 8432

UniToledo Araçatuba promove doação de sangue


O Volta às Aulas UniToledo 2016 contou com programação solidária por meio da doação de sangue. Alunos, professores e colaboradores estiveram mobilizados para ajudar a salvar vidas no dia 3 de fevereiro.
A coleta ocorreu no auditório Damásio Evangelista de Jesus, no prédio 1 da instituição, e superou as expectativas, já que pouco mais da metade do horário destinado para a doação foi preciso interromper o cadastro devido ao grande número de doadores já habilitados para a ação. Com isso, uma nova campanha foi marcada para esta quinta-feira (25), porém, no período diurno, das 8h às 12h, na sala 25, no prédio 2.
O veterano do 5º semestre de Biomedicina Rafael Cintra, de 21 anos, doou pela primeira vez assim como a acadêmica do 5º semestre de Arquitetura e Urbanismo Mariana Barbosa de Medeiros, 20. Ambos ressaltaram a facilidade da coleta na instituição, principalmente, no período noturno, pelo fato de muitos alunos trabalharem durante a semana e até nos fins de semana.
“Sempre tive vontade, porém, faltava tempo. Por estar aqui dentro, facilitou muito e decidi aproveitar”, destacou o aluno do 3º semestre de Engenharia Elétrica Samuel José Rodrigues Figueiredo, 22.
PERDA
O futuro educador físico Bruno Garuti, 20, mostrou que a solidariedade vai além das dificuldades do dia a dia. Apesar da perda de seu grande amigo, Pedro Vieira, 21, dias antes da campanha no UniToledo.
“A primeira vez que doei foi para ele, porque lutava contra a leucemia. A segunda foi agora. Muitas vezes, só passamos a doar quando nós ou alguém que amamos precisa. Com o Pedro, aprendi que todos os dias é dia para ajudar a salvar vidas. Ele não está mais aqui, mas continuarei a fazer a minha parte para, quem sabe, poder levar vida e a cura para outras pessoas”, finalizou o aluno do 3º semestre de bacharelado em Educação Física  do UniToledo.

Câncer de Mama: sinais de alerta

O mês de outubro fica da cor “rosa” em muitas lojas, roupas, revistas, redes sociais e nas várias plataformas digitais. Esta cor foi escolhida para fazer um alerta especial sobre o câncer de mama. Importante lembrar que os homens também podem apresentar câncer de mama. Mas com uma incidência estatística muito menor. Diferentemente das mulheres, onde ocupa o segundo lugar em termos de maior frequência diagnóstica, perdendo apenas para o câncer de pele.
 
Pode acometer todas as faixas etárias, especialmente acima dos 40 anos. Por isso há que se ficar alerta, pois geralmente são as próprias mulheres que o percebem. E quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores as possibilidades de cura.
Faça periodicamente, pelo menos uma vez por mês,  seu auto exame. Para as mulheres que ainda menstruam, os últimos dias da menstruação são uma boa dica, pois as mamas em geral estão mais flácidas e menos dolorosas. Palpe suas mamas e suas axilas. Observe-se de frente no espelho. Sem medo.
Preste atenção  aos principais sinais de alerta:
1. Presença de um ou mais nódulos, que em geral  tem a forma e consistência diferente do restante da mama. Estes nódulos podem ou não ser dolorosos.
2. Nódulo ou inchaço nas axilas ou na região da clavícula. Por isso, além das mamas não se esqueça de palpar também suas axilas e a região que fica perto da clavícula.
3. Mudança no tamanho ou no formato da mama. Veja se uma mama está maior que a outra ou se apresenta alguma região que pareça estar mais “inchada”.
4. Vermelhidão ou coceira na pele da mama, especialmente ao redor do mamilo.
5. Vazamento de líquido por um, ou pelos dois mamilos.
6. Mudança ou inversão na posição do mamilo.
7. Alteração na textura da pele da mama. Por exemplo, a pele fica mais “enrugada” com aspecto de casca de laranja.
8. Dor constante nas mamas ou nas axilas.
Qualquer um destes sinais, isoladamente, merece atenção e uma consulta imediata com seu médico.
Além disso, lembre-se de que a partir de 40 anos você já pode fazer a mamografia rotineiramente, pois é um excelente e fundamental exame para detecção precoce.
Não tenha receio de se auto examinar. Quanto mais cedo  detectar qualquer alteração, maior a chance de cura. Enfrentar o câncer é muito melhor do que ficar com medo e fugir dele. Ele sempre andará  na sua frente e dominará sua vida, se você não tomar nenhuma atitude. Outubro Rosa. Vale o alerta.
Bem Estar


 

Paciente ensina dicas de beleza para quem faz quimioterapia

Foto: Facebook/ Quimioterapia e Beleza
Foto: Facebook/ Quimioterapia e Beleza
 
O diagnóstico de uma doença grave nunca é recebido de forma leve. Num primeiro momento o paciente se desespera, chora, acha que vai morrer.
Mais calmo, se alia à equipe médica e recorre aos tratamentos que, mesmo agressivos, podem livrá-lo da doença. E durante esse processo, a vida não pode parar.
Pensando dessa forma, Flávia Flores, de 35 anos, de Florianópolis (SC), que atualmente fazquimioterapia para se curar de um câncer de mama, aproveitou seu amplo conhecimento em moda para montar uma fanpage que dá dicas de beleza para quem está passando por essa situação. A “Quimioterapia e Beleza” tem mais de 28.000 curtidores.
Em outubro de 2012, Flávia descobriu que tinha câncer de mama. Sentiu um caroço ao fazer exame de toque e procurou um médico. Como uma de suas próteses de silicone havia se rompido também, fez a troca e aproveitou para retirar o caroço, que foi mandado para avaliação. “Dez dias depois o médico me chamou para conversar. Eu nem me lembrava do caroço. Como faço meus exames regularmente e não tenho histórico na família, não me preocupei. Mas era câncer. E de um tipo bem agressivo”, lembra.
A empresária chorou durante 10 dias. Ficou agressiva e os amigos se afastaram. Contou apenas com o carinho dos pais e do filho de 20 anos. Depois do susto, Flávia que sempre trabalhou com moda – começou a modelar aos 14 anos e depois foi representante de marketing de várias marcas famosas – decidiu se antecipar. Antes mesmo de começar a quimioterapia, procurou na internet dicas de beleza para disfarçar a aparência de doente e formas diferentes de amarrar lenços, já que o cabelo iria cair. Mas não achou nada de muito consistente.
Assim, decidiu montar a fanpage. “Foi uma forma de compartilhar meu conhecimento em moda com as pessoas e também de dizer para os meus parentes e amigos que eu estava bem, como era meu dia a dia. Inclusive as postagens fizeram meus amigos se reaproximarem de mim”, conta.
Algumas mulheres que estão na mesma situação de Flávia viam as fotos dela e pediam dicas. Foi aí que começaram os vídeos de como se maquiar, amarrar lenços na cabeça e se arrumar para uma festa de casamento. “Eu também me preocupei em não engordar. Procurei uma nutricionista para me ajudar a manter a forma, porque os remédios costumam inchar”, explica Flávia. “Também gosto de patinar, é uma forma de fazer exercícios físicos.”
A quimioterapia começou no dia 05 de dezembro. No dia 20, o cabelo começou a cair. No dia seguinte, 21, ela decidiu raspar tudo. Primeiro com maquininha, depois com gilete. “Eu não gostava da careca, dormia até de peruca. Mas hoje já superei. Uso apenas lenços e me sinto uma diva. Até recebo cantadas na rua. E como alguns fios já começaram a crescer, já consigo sair na rua sem nada na cabeça”, comemora.
Flávia não imaginava essa repercussão. Mas agora não quer mais parar. “Estou em busca de patrocínio, porque tenho planos de montar uma série de 20 capítulos sobre quimioterapia e beleza. Mando cerca de 200 e-mails por dia. Ainda não obtive resposta, mas continuo na luta”, comenta. “Quero também escrever um livro, um manual de quimioterapia e beleza”, completa.
Mudança de vida
Formada em Administração de empresas, Flávia Flores queria sair do mundo da moda, mas não conseguia. Chegou a fazer curso de piloto particular nos Estados Unidos, mas para se manter por lá o único emprego que conseguiu por lá foi de figurinista. “Trabalhei sete anos em São Paulo com moda. Decidi que não queria mais ficar aqui. Estava longe da minha família, tinha me separado e estava começando a cair em depressão”, conta.
Foi para Florianópolis, mas não se adaptou. Conseguiu novamente um emprego em São Paulo e pediu para voltar para o sul com o intuito de fazer a troca da prótese de silicone e alguns exames antes de tocar de vez o novo projeto. “Fui, fiz os exames e descobri o câncer. Não voltei mais pra São Paulo. Mas hoje eu entendo porque não saí do mundo da moda. Eu precisava ajudar outras mulheres que fazem quimioterapia e se arrumar, a levantar a autoestima”.
A primeira medida do médico foi retirar toda a mama, mas ele não queria colocar uma prótese antes do tratamento terminar. Flávia não concordou e procurou outra médica que decidiu tirar não um, mas os dois seios e reconstruir imediatamente. “Ela achou melhor tirar os dois para deixar tudo simétrico. Foi a melhor coisa, pois quando ela tirou viu que havia mais quatro caroços no mesmo seio onde foi detectado o câncer e um no outro”, lembra.
Para quem está passando por essa fase difícil, Flávia orienta: “Eu estou doente, mas o problema é do meu médico, ele tem que me curar. Eu tenho que fazer o tratamento e buscar alegria de viver. A mulher não pode se privar das coisas – comprar algo para ela, sair – achando que vai morrer. Tem que sair na rua de cabeça erguida”, diz.
Por Juliana Falcão (MBPress)

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