quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Doe consciente conheça o Guerreiro Arthur Guilherme


Este guerreiro se chama Arthur Guilherme, é um bebê de 1 ano e 7 meses, foi diagnosticado com Leucemia Mielóide Aguda, logo após o Natal do ano passado e segue fazendo quimioterapia deste então na Santa Casa de Maceió - AL, recentemente foi indicado ao transplante de medula óssea.

Lembrando sempre que a DOAÇÃO de medula óssea é feita por COMPATIBILIDADE e não por AFINIDADE, o seu cadastro pode salvar tanto quanto a vida do Arthur Guilherme, como de qualquer outro paciente que esteja à espera de um doador compatível. 

>> Clique no link abaixo e saiba mais como se tornar um doador compatível de medula óssea http://migre.me/sXWt9 <<

UM DIA NA SUA VIDA POR UMA VIDA INTEIRA

Saiba tudo sobre os tipos de sangue


Todos os tipos de sangue que existem são A, O que são os mais comuns, além dos tipos AB e B que são mais raros.
As pessoas com sangue do tipo O podem doar sangue para qualquer pessoa mas só podem receber doações de pessoas com o mesmo tipo de sangue. Por outro lado as pessoas do tipo AB podem receber sangue de qualquer pessoa mas só podem doar para pessoas com o mesmo tipo sanguíneo.
Já, pessoas com sangue do tipo A podem doar apenas para outras do tipo A ou tipo AB, assim como as do tipo B só podem doar para B e AB.

O que é o fator Rh

Além disso, existe o fator Rh, que determina se o tipo de sangue é positivo ou negativo e influencia na compatibilidade sanguínea. Assim, pessoas com sangue positivo podem receber de pessoas com qualquer Rh, mas só podem doar para outras com sangue positivo. Enquanto se o sangue tiver Rh negativo pode doar para pessoas com sangue positivo ou negativo mas só podem receber negativo.

Tabela de compatibilidade sanguínea para doação de sangue

A tabela a seguir mostra para quem se pode doar sangue e de quem se pode receber:
Pode doar para:Pode receber doação de:
Sangue tipo A+AB+ e A+A+, A-, O+ e O-
Sangue tipo A-A+, A-, Ab+ e AB-A- e O-
Sangue tipo B+B+ e AB+B+,B-, O+ e O-
Sangue tipo B-B+, B-, AB+ e AB-B- e O-
Sangue tipo AB +AB+
A+, B+, O+, AB+, A-, B-, O- e AB- (todos)
Sangue tipoAB-AB+ e AB-A-, B-, O- e AB-
Sangue tipo O+A+, B+, O+ e AB+O+ e O-
Sangue tipo O-A+, B+, O+, AB+, A-, B-, O- e AB- (todos)O-

Saiba qual é o tipo de sangue do seu filho

Normalmente só se sabe o tipo de sangue da criança quando se faz um exame de sangue de rotina, ou a pedido do pediatra para determinar o diagnostico de alguma doença.
No entanto sabendo o tipo sanguíneo dos pais é possível saber qual poderá ser o tipo de sangue da criança, como mostra a tabela:
Mãe
Pai
A+A-B+B-AB+AB-O+O-
A+A+ ou O+A ou O +ou -A+, B+, AB+ ou O+A, B, AB ou O +ou-A+,B+ ou AB+A+,B+ ou AB +ou-A+ ou O+A ou O +ou-
A-A ou O + ou -A- ou O-A, B, AB ou O +ou-A-, B-, AB- ou O-A+,B+ ou AB +ou-A-, B- ou AB-A ou O +ou-A- ou O-
B+A+, B+, AB+ ou O+
A, B, AB ou O +ou-
B+ ou O+B ou O + ou-A+, B+ ou AB+A,B ou Ab +ou-B+ ou O+B ou O +ou-
B-A, B,AB ou O +ou-A-, B-, AB- ou O-B ou O +ou-B- ou O-A, B ou AB +ou-A-, B- ou AB-B ou O +ou-B- ou O-
AB+A+, B+ ou AB+A, B ou AB +ou-A+, B+ ou AB+A, B ou AB +ou-A+, B+ ou AB+A, B ou AB +ou-A+ ou B+A ou B +ou-
AB-A, B ou AB +ou-A-, B- ou AB-A, B ou AB +ou-A-, B- ou AB-A, B ou AB +ou-A-, B- ou AB-A ou B +ou-A- ou B-
OA+ ou O+A ou O +ou -B+ ou O+B ou O +ou-A+ ou B+A ou B +ou-O+O +ou-
O-A ou O +ou -A ou O-B ou O +ou-B ou O-
A ou B +ou-
A- ou B-O +ou-O-
Essa tabela pode ajudar a confirmar a paternidade da criança, se houver alguma dúvida a esse respeito.
Na gravidez, quando a mãe é Rh negativo e o bebê é positivo existe probabilidade da gestante produzir anticorpos para eliminar o bebê podendo levar a um aborto. Por isso, as grávidas com este tipo de sangue devem consultar o ginecologista para verificar quando há a indicação de injeção de imunoglobulina anti-D, mas nunca há problemas graves numa primeira gravidez.

Condições indispensáveis para doar sangue

Para doar sangue tem que:
  • Ter entre 16 e 65 anos;
  • Pesar mais de 50Kg;
  • Caso tenha feito uma tatuagem, aguardar entre 6 a 12 meses para certificar que não foi contaminado com nenhum tipo de hepatite e que continua saudável;
  • Não fumar durante 2 horas após a doação de sangue, sob o risco de desmaiar;
  • Nunca ter usado drogas ilícitas injetáveis;
  • Aguardar um ano após a cura de alguma DST;
  • Evitar ingestão de alimentos gordurosos 4 horas antes da doação do sangue.
Os homens só podem doar sangue uma vez a cada 2 meses e no máximo 4 vezes por ano e as mulheres a cada 3 meses e no máximo 3 vezes por ano. Cada doação demora cerca de meia hora.

Como doar sangue

O indivíduo que deseja doar sangue deve ir a um dos postos de colheita de sangue, preencher um formulário com diversas questões sobre sua saúde e hábitos de vida. O formulário será analisado por um especialista e, se o indivíduo estiver apto, poderá então sentar-se numa maca para doar o sangue.
Um enfermeiro irá colocar uma agulha na veia do braço do indivíduo, por onde correrá o sangue para uma bolsa própria para armazenar o sangue. A doação dura, aproximadamente, meia hora e é possível pedir licença do trabalho neste dia, sem ter seu salário descontado.
Ao findar a doação, será oferecido um lanche reforçado ao doador, para repor suas energias, pois é normal que o doador sinta-se fraco e tenha tonturas, apesar da quantidade de sangue retirada não chegar a meio litro e o organismo logo recompor esta perda.
É seguro doar sangue e o doador não pega nenhuma doença, porque segue normas nacionais e internacionais de segurança do sangue do Ministério da Saúde, da Associação Americana e do Conselho Europeu de Bancos de Sangue.

Entenda como funciona a Doação de Plaquetas por Aférese

Entenda como funciona a Doação de Plaquetas por AféreseFotos: Criar´tê Comunicação
Uma única doação de plaquetas por aférese equivale de 06 a 08 doações de sangue tradicional. Essa doação é muito importante pois gera menos riscos de reações transfusionais aos pacientes, trazendo assim os melhores resultados e benefícios as pessoas que recebem o concentrado de plaquetas obtidas através desse tipo de procedimento.

COMO É REALIZADA?

A doação de plaquetas por aférese, também chamada de plaquetaférese, é realizada através de um procedimento no qual o sangue é retirado da veia do doador, passa por um kit onde ocorre a separação e extração das plaquetas e os demais componentes do sangue são devolvidos ao doador.
O kit é de uso único e descartável instalado em um equipamento especialmente destinado a esse fim.
Por utilizar materiais descartáveis, está doação é totalmente segura, não havendo risco de se contrair qualquer doença.

QUANTO TEMPO DEMORA O PROCEDIMENTO?

O tempo de procedimento dura de 90 a 120 minutos, a depender de algumas variáveis como número de plaquetas, peso, altura do doador. O doador é acompanhado por um profissional durante a realização da doação.
O doador pode realizar esta doação até 04 vezes ao mês, com intervalo mínimo de 48 horas entre duas coletas. A medula óssea se encarrega de recompor rapidamente as plaquetas doadas.
A doação por aférese contém de 06 a 08 vezes mais plaquetas do que em uma doação tradicional beneficiando em muito os pacientes que recebem concentrado de plaquetas obtidas através desse tipo de procedimento, pois tem menor risco de reações transfusionais e melhor rendimento plaquetário.
Um único doador pode, inclusive, beneficiar dois pacientes quando for possível realizar a coleta dupla, sem aumentar muito o tempo de coleta.

O QUE É NECESSÁRIO PARA SER UM DOADOR DE PLAQUETAS POR AFÉRESE?

Dentre os critérios e exigências já previstos em regulamentações da ANVISA, Ministério da Saúde e manuais internos do Hemoservice para a doação de sangue, salientamos que o candidato à doação por plaquetaférese deve pesar, no mínimo, 60Kg, não ter feito uso de medicações que alterem a função plaquetária nos últimos sete dias (como anti-inflamatórios) e ter contagem plaquetária mínima de 150.000 plq/mm3.

FAÇA A DIFERENÇA. SEJA UM DOADOR DE PLAQUETAS E AGENDE SUA DOAÇÃO!

Para agendar e obter maiores informações sobre a doação de Plaquetas por Aférese, entre em contato conosco pelo número de telefone (31) 3218-1300.
http://www.hemoservice.com.br/index.php/noticias/item/14-entenda-como-funciona-a-doacao-de-plaquetas-por-aferese

Surdo cria braço mecânico com sucata após ser amputado em acidente de trabalho





Assim como o Homem de Lata, do clássico Mágico de Oz, José Arivelton Ribeiro também tem seu corpo “composto” por lataria. Os dois homens perderam seus membros em um acidente de trabalho.

O que os separa é que, ao contrário do personagem, o cearense está longe de precisar de um coração. No caso da vida real, foi ele quem criou o próprio braço mecânico, sem a ajuda de nenhuma Dorothy, e sim da internet.

A fantástica história de José Ari, de Fortaleza, foi descoberta pelo programa Gente na TV, da TV Jangadeiro/Band, que exibiu reportagem na última segunda-feira (20). O cearense, além de deficiente físico, nasceu surdo, depois de um problema durante a gravidez da mãe Maria do Socorro. Tudo culpa de um susto. Assim, ela considera a vida do filho um milagre.

José Ari estudou, terminou o ensino médio e desenvolveu sua linguagem de sinais, mas o ofício de consertar eletrônicos aprendeu com o pai. O cearense cresceu dentro da oficina da família, auxiliando no ajuste de televisões e outros aparelhos. Para o irmão, José Rusivelton, o Homem de Lata cearense sempre foi “inventor”. “Desde criança ele é assim. Enquanto eu brincava, ele gostava de ficar inventando coisa, fazendo réplica de carro, de navio de avião”, relata.

A perda do braço foi decorrente de uma descarga elétrica. Há dois anos e meio, José Ari subiu na laje de sua oficina, na tentativa de solucionar uma queda de energia que tomou conta do local. O rapaz acabou tocando em uma antena e sofreu uma descarga elétrica.

A mãe conta que, durante sua internação no hospital, José Ari chorava de dor, com o processo de necrose. “Ele pediu pra chamar a enfermeira e, do jeito dele, pediu pra que o braço fosse amputado.

Ele me dizia que preferia perder um braço do que a própria vida. Foi a única vez que eu vi meu filho triste”, comenta.

Em uma casa humilde, José Ari, atualmente viúvo, mora junto com a mãe, o irmão e a filha Sara. Os três auxiliam o familiar apenas com a comunicação para quem não sabe a linguagem de sinais. De acordo com a família, o cearense é completamente independente. “Quando não tem gente em casa, ele se vira. Ele não gosta que ninguém fique atrás dele, querendo ajudar”, garante o Rusivelton.

Depois de fazer pesquisas na internet, Ari resolveu construir um braço mecânico, na tentativa de suprir suas necessidades. A peça foi feita há um ano e dois meses, mas ainda será adaptada. A prótese do braço direito pesa 5kg.

Feito peça por peça com sucata, parafusos, ligas de borrachas, panelas velhas e até cabos de freio de bicicleta, o homem se baseou no tamanho do braço do irmão para construir o próprio. Para usar o equipamento, ele utiliza uma meia no braço para se proteger de possíveis ferimentos.

Os movimentos do “braço de lata” foram fundamentados nos ligamentos de um braço de verdade. O sistema é aparentemente simples. Para mexer os dedos, José Ari movimenta os ombros. Se alonga os ombros, a mão abre. Se curva os ombros, a mão fecha. É dessa forma, que ele consegue desenvolver atividades simples, como cortar pão, pegar uma chave e até dirigir seu próprio carro.

O irmão conta que essa não é a sua primeira prótese. Ele já havia feito outra antes, mas não tão desenvolvida. Funcionava como uma espécie de gancho. “Meu irmão nasceu assim e sempre foi difícil pra ele conseguir interagir com a sociedade, mas ele sempre deu um jeito. Eu o uso como uma motivação todos os dias, ele é quem me coloca pra frente”, finaliza.



José Ari consegue levar uma vida normal. Trabalha, faz qualquer tarefa doméstica e ainda encontra uma maneira para jogar vídeo-game. Além do braço, ele cria outros artefatos, como um abajur, feito com garrafas de bebidas alcoólicas encontradas nas ruas. Um belo invento, mas nada como o incrível braço de lata.

















Gotas Salvadoras Tribuna do Ceará

Novo tipo de transplante pode ajudar pacientes de leucemia

A técnica usa transplantes de membros da mesma família que não são, necessariamente, totalmente compatíveis com o paciente.
As chamadas células “assassinas naturais” da medula óssea transplantada – que muitas vezes atacam o paciente do transplante por conta de incompatibilidade – atacam a leucemia.
As taxas de sobrevivência cresceram com a nova técnica, mas especialistas britânicos afirmam que é necessário um teste em larga escala e em diferentes tipos de leucemia.
O transplante de medula óssea existe há cerca de 50 anos e, no caso de pacientes de leucemia, ele é normalmente feito para substituir a medula óssea destruída pelos agressivos tratamentos contra a doença.
Um dos principais problemas do transplante de medula óssea é quando as células de imunidade da medula doada “rejeitam” o novo hospedeiro.
Elas lançam ataques que, nos piores casos, podem ser fatais, uma condição conhecida como “doença do enxerto contra hospedeiro”.
Para evitá-la, pacientes e doadores são selecionados cuidadosamente para ter uma compatibilidade o mais perto possível de 100%.
Mas, algumas das mais recentes pesquisas na área estudam o uso das qualidades de combater doenças da medula óssea para destruir células cancerígenas, seja para evitar o retorno da doença, seja para atacar o câncer, mesmo quando ele resiste a outros remédios e tratamentos.
Testes
Velardi recebeu uma bolsa de pesquisa da Fundação Anthony Nolan para cultivar essas qualidades da medula óssea sem aumentar o risco da doença do enxerto cntra hospedeiro.
Ele vem usando doadores das famílias dos pacientes com compatibilidade parcial, dividindo apenas 50% de seu material genético.
Ele concluiu que, em alguns casos, as células de imunidade permaneciam ativas na medula doada depois do transplante e podiam lançar um ataque efetivo contra as células de leucemia. Ele também consegue prever, através de testes, o quão efetivo este ataque será.
Em um pequeno grupo de pacientes com leucemia mielóide aguda – que corresponde a aproximadamente um terço dos casos – as taxas de sobrevivência melhoraram quando o tratamento foi aplicado em pacientes em recuperação – já sem sinais da doença graças à quimioterapia.
Mas em pacientes que não respondiam ao tratamento antes do transplante, a taxa de sobrevivência aumentou de 2% para 30%.
“Para os pacientes considerados inelegíveis por conta da resistência à quimioterapia, este avanço é, potencialmente, um salva-vidas”, disse Velardi.
“Ele provavelmente provocará enormes mudanças na prática de transplantes em todo o mundo”.
Um porta-voz do Fundo de Pesquisas para a Leucemia, na Grã-Bretanha, disse que apesar da notícia animadora, ainda são necessárias pesquisas em larga escala.
Segundo ele, deveriam ser feitos testes, em particular, com pacientes idosos, já que uma grande proporção deles não responde aos tratamentos convencionais.

Notícia Extraída do Site da  BBC

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