domingo, 27 de março de 2016

Família pede doação de sangue à gêmea atropelada por trator, em RO

Criança está internada em estado grave na UTI desde o acidente. 
Motorista atropelou gêmeas de dois anos e a tia delas, em Ariquemes.


Maria Eduarda e Maria Izabel Vieira dos Santos farão 3 anos no sexta, 18 (Foto: Arquivo Pessoal)
Gêmeas Maria Eduarda e Maria Izabel Vieira dos
Santos sofreram acidente no início do mês
(Foto: Arquivo Pessoal)

A família da gêmea Maria Izabel Vieira dos Santos, atropelada por um trator pá carregadeira no início do mês, quando voltava da creche com a irmã de 2 anos e uma tia, pede por doação de sangue à criança em Rondônia. A menina segue internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Infantil Cosme e Damião, em Porto Velho. Ela teve múltiplas fraturas no quadril e uma perna teve de ser amputada. O sangue de qualquer tipificação pode ser doado na Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), na capital.
Segundo a avó, Kátia Regina Vieira, Maria Izabel precisa repor o sangue, mas o estoque da Fhemeron está baixo para atender a demanda dela e de outras crianças. Dona Kátia não soube especificar quantas bolsas de sangue Maria Izabel toma por dia. O hospital não divulga o estado de saúde da criança a pedido da família.
"Bebel", como é chamada pela família, está internada na UTI desde o dia 14 de março, quando sofreu o acidente. Ela voltava da creche com a irmã de dois anos e uma tia de 23, na avenida Arthur Mangabeira, em Ariquemes (RO), região do Vale do Jamari.
A outra gêmea, Maria Eduarda, teve alta no dia 18 de março, após ficar internada em um hospital particular do município. A tia das meninas que estava na ocasião não se feriu com gravidade.
Maria Eduarda sofreu uma grave fratura no pé esquerdo e teve de ser operada no dia do acidente.
Segundo a pediatra Rosimery Monterio, a criança vai continuar o tratamento com medicação em casa, mas deve comparecer ao hospital diariamente para fazer curativos devido à gravidade e profundidade do ferimento.
O acidente
Segundo a Polícia Militar (PM), o acidente aconteceu quando as vítimas voltavam de uma creche infantil. O condutor do veículo relatou que não viu as crianças e nem a tia delas, apenas ouviu o barulho da batida, após o acidente. A advogada do motorista diz que ele está em estado de choque desde o acidente.
Conforme a Polícia Civil, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do condutor está vencida há 30 dias e, por esse fato, ele assinou um Termo Circunstanciado. O motorista foi ouvido e liberado em seguida.
Raiva
Em relato ao G1, a avó das crianças disse que "o sentimento de raiva não passou pela cabeça da família", após o acidente. "O mais importante nesse momento é a vida da Bebel", declarou dona Kátia Regina Vieira, avó das gêmeas de dois anos.
Fonte: G1

A favor da vida sempre! Bruna Cunha-Fundadora do projeto social Que Seja Leve Que Seja Breve.



Quando escrevi aqui que ter descoberto a gravidez era como se tivesse descido a montanha russa eu estava errada, eu estava subindo ela, em pleno êxtase, tendo a sensação que seria a experiência mais surpreendente da minha vida. E foi! Até a descida começar...E desceu tão rápido, incontrolável... e como essa batida da vida doeu! Doeu tanto que não sabia se conseguiria juntar os pedaços que tinham restado no final. Pra quem acha que ter um câncer foi a pior experiência da minha vida, perder meu filho Raul, foi sim a pior coisa que já imaginei ter que enfrentar. No ultrassom da 12º semana eu vi ali seu corpo já todo formadinho, e muito esperto, se mexia sem parar mesmo sem eu ainda perceber do lado de fora, coração batendo quase três vezes mais rápido que o meu, era o lindo milagre da vida, que só Deus em sua perfeita sabedoria poderia criar algo tão belo e perfeito. Nesse mesmo dia de tanta felicidade ao ver meu bebê bem, começo a ter um sangramento inexplicável, e em poucos dias aquele coraçãozinho tão forte parou de bater. Parece que ele já sabia, e aquele ultrassom era uma despedida, uma forma de lembrar que ele sempre estará vivo em meu coração e cuidando de mim lá de cima. Quando pensamos que nada está tão ruim que não posso piorar, me deparo com o um lado frio do atendimento hospitalar, e eu apesar de  ser também uma colega de trabalho, me tornei uma rotina comum no hospital, é só mais um aborto! E calma...era um aborto induzido! E a única coisa que me diziam: não podemos fazer mais nada por você, agora é só esperar, e eu esperei quatro dias pra sentir todas as dores de um parto normal, sem poder depois sair da maternidade com Raul em meus braços. Ouvi tanto falar em parto humanizado durante minha graduação que fico me perguntando hoje, porque não existe a mesma preocupação de cuidado com as mulheres que abortam? O fato por si só já não é cruel o suficiente? Acharam que já a acabou a parte do o que está pior não pode piorar? Não! Não acabou. De aborto, passamos para uma infecção generalizada, fico mais uma vez entre a vida e a morte e tenho que retirar útero e ovários, resumindo: biologicamente eu não poderia gerar mais filhos. Porém eu sou muito feliz por ter sido mãe, isso ninguém jamais poderá tirar de mim. Raul é minha estrela mais brilhante do céu. Estão se perguntando porque decidi contar uma experiência dessas pra vocês? Porque é a realidade, e enquanto muitas podem querer se calar eu quero é mandar um recado. E o recado vai para todas as mulheres que pensam em abortar, que fazem campanha a favor, que escrevem em seu Facebook: meu corpo, minhas regras. Aquelas que dizem que as mulheres podem ter acesso a um aborto seguro. E eu te pergunto, você viu algo de seguro nessa história aqui? Não! É algo imprevisível, você não sabe o que pode acontecer. Você não sabe a dor que vai enfrentar, e eu não falo da dor física, falo da dor da alma, a dor de ter optado matar uma vida. Aborto é crime! Aborto é assassinato! Porque existe muita vida até as 12 semanas de gestação. Você não quer aquele filho, pois então eu te digo que tem muita gente querendo, esperando a anos para ter essa oportunidade maravilhosa. Não peçam licença pra matar, pois nada justifica ato tão cruel como este. E não falem que eu não sei do que eu estou falando: porque eu sei, eu vi, senti, suportei todas as fases do dito aborto seguro que vocês tanto "lutam" para liberar. Não questionem o que vocês não podem sequer entender. E você que leu até aqui, saiba que estou bem, feliz por Deus ter me dado a chance de viver um pouco mais, pois eu amo a vida, serei sempre a favor da vida, e vou lutar sempre por ela.

Sem mais!

Fonte: Junto com Você
 

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