quarta-feira, 30 de março de 2016

Pedido de doação de sangue, via Departamento Social Gaviões Da Fiel para o paciente Waldeci de Jesus Castro


O tio do Diguinho presidente está precisando de doação de sangue, principalmente O-, quem puder ajudar o endereço de Guarulhos: Rua Sto Antônio, 95 centro de guarulhos e em SP na Liberdade, rua barão de Iguape, 212, segundo andar. 
Nome: Waldeci de Jesus Castro
Quem puder doar só se dirigir aos endereços e dar nome. Obrigada pela colaboração.

DEPARTAMENTO SOCIAL - GAVIÕES DA FIEL

Família pede doação de sangue para idosa que fará cirurgia nesta sexta, 1º de abril

Doadores de qualquer tipo sanguíneo podem comparecer ao Banco de Sangue de Assis

 
Lucinda da Silva Moreira, de 90 anos

A família de Lucinda da Silva Moreira, de 90 anos, pede doações de sangue por conta de uma cirurgia que será realizada na próxima sexta, 1º. 

Esta será a quarta cirurgia pela qual Lucinda será submetida para a retirada de um sarcoma, tumor formado pela proliferação de células, que pode ocorrer nos músculos e nos ossos.
 

Os doadores podem ser de qualquer tipo sanguíneo. Basta ir até o Banco de Sangue do Hospital Regional de Assis e informar que a doação será feita em nome de Lucinda da Silva Moreira.
 

É importante salientar que o Banco de Sangue necessita constantemente de doações.
 

A pessoa doadora deve ter entre 16 e 67 anos, estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 quilos, estar descansado e alimentado, apresentar documento original com foto, não ter ingerido bebida alcoólica nas 12h anteriores à doação, e evitar fumar 1h antes do procedimento.
 

O atendimento é feito de segunda a sexta, das 7h às 12h.
 

O endereço é Praça Doutor Symphrônio A. dos Santos, no Centro de Assis.
 

O telefone de contato é (18) 3302-6025.
 
Redação AssisCity

Hélio Raimundo precisa de doação contínua, e urgente, de sangue



Da Redação — Mais uma vez, a família Hélio Raimundo (marido de Dona Neusa, do Dogão da Cohab 3), está solicitando, nas redes sociais, a doação voluntária de sangue.
Quem ainda não doou, favor se empenhar e atender ao apelo que, a filha, taxista Gislene Pinheiro Garcia (esposa do também taxista Marcos Garcia Barba), voltou a registrar nas redes sociais, agora com maior gravidade.
No ano passado, ela fez outros apelos e foi muito bem atendida, com dezenas de bolsas doadas.
“Caros amigos, meu pai está internado há dez dias no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. A Leucemia dele saiu do estado de remissão e foi para o sistema nervoso central.
http://leonardoconcon.com.br/cidade/olimpia-saude/helio-raimundo-precisa-de-doacao-continua-e-urgente-de-sangue/

Três razões pelas quais ser impaciente pode ser prejudicial à saúde

Estudos mostram que pessoas de 'pavio curto' podem apresentar problemas relacionados à obesidade, hipertensão e envelhecimento precoce.


Pessoas ansiosas têm maior tendência à obesidade (Foto: Roos Koole/ANP MAG/ANP/Arquivo AFP)


Numa sociedade em que o tempo livre está cada vez mais escasso, a impaciência é uma característica que tem se tornado bastante comum.
A espera pelo ônibus atrasado, aquele choro interminável de um bebê e a fila eterna no supermercado são situações cotidianas, mas, diante até dessas pequenas coisas, nossa paciência não durar muito.
Aprender a esperar realmente nunca foi fácil. Mas fazer isso pode ser muito importante – não só pelo bem-estar diário, mas também para evitar problemas de saúde.
Quando ficamos irritados e impacientes, os níveis de estresse e adrenalina aumentam. Mas existem outros perigos vinculados à falta de paciência que, ao menos à primeira vista, não parecem tão evidentes – e podem ser preocupantes:
1) Obesidade
Especialistas apontam que pessoas impacientes têm mais probabilidade de serem obesas do que aquelas que sabem esperar. Isso porque elas tendem a não se alimentar da maneira mais correta e a consumir maiores quantidades de alimentos – especialmente daquelas comidas rápidas, congeladas ou instantâneas.

Segundo os economistas Charles Courtemanche, Garth Heutel e Patrick McAlvanah, que publicaram um estudo (Impaciência, incentivos e obesidade) em 2015 na publicação Economic Journal, o acesso fácil a alimentos pouco saudáveis é uma das causas principais, que afeta especialmente a quem tem 'pavio curto'.
"As pessoas mais impacientes se veem mais afetadas pela disponibilidade desses alimentos rápidos a preços acessíveis, que levam ao aumento da obesidade dessa parte da população", indica o estudo.
"Poderíamos pensar que talvez agora pelo fato de termos mais acesso a diferentes tipos de alimentos, acabamos comendo mais e, consequentemente ganhamos peso", disse Courtemanche ao Washington Post.
"Mas é mais complicado que isso; o barateamento da comida só altera o comportamento de um tipo determinado de pessoas", acrescentou o especialista.
Além disso, a impaciência constante – e a consequente ira e tensão que vêm com ela – faz com que nosso organismo libere adrenalina e cortisol, hormônios que podem gerar um aumento de peso.
A gordura acaba sendo aderida às paredes das nossas artérias, aumentando ao mesmo tempo a possibilidade de sofrer um ataque do coração.
2) Hipertensão
A Associação Médica Americana (JAMA, na sigla em inglês) inclui a impaciência como um fator de risco da hipertensão entre adultos jovens.

Um estudo feito na Escola Freinberg de Medicina da Universidade do Nordeste de Chicago com análises de 3,3 mil casos ao longo de 15 anos observou que o tipo de personalidade A (aquele que corresponde a pessoas impacientes e hostis) tem um risco 84% maior – em comparação a quem tem uma personalidade mais tranquila – de sofrer de hipertensão.
O motivo, apontam os especialistas, é o estresse associado à impaciência, que pode chegar a tornar os vasos sanguíneos mais estreitos, aumentando a pressão arterial.
"A ideia de que o padrão de conduta tipo A é 'ruim' para a saúde existe há muitos anos", garante Barbara Alving, da Escola de Saúde Pública de Maryland, nos Estados Unidos.
"Esse estudo nos ajudou a compreender quais aspectos desse padrão de comportamento prejudicam nossa saúde", explicou a especialista.
Para Alving, a hipertensão arterial "é uma condição complexa, que implica fatores biológicos e alimentares", ainda que o estudo demonstro que "o comportamento e o estilo de vida podem ter um papel fundamental na prevenção e no tratamento da doença".
A hipertensão é um fator de risco importante para doenças do coração, do fígado e de acidentes cardiovasculares.
3) Envelhecimento
Por último, um estudo da Universidade Nacional de Singapura e das universidades americanas de Berkeley e da Pensilvânia, recentemente divulgado na publicação Proceeding of the National Academy of Science revelou que ser impaciente também pode acelerar o envelhecimento.

É que os telômeros (extremos dos cromossomos do DNA) são mais curtos em pessoas impacientes.
Essas estruturas, que protegem o DNA de sua degradação, estão associadas à longevidade, e os cientistas acreditam que quanto mais rápido desaparecem, mais rápido essas pessoas envelhecem.
Segundo os pesquisadores (que só observaram esse fenômeno nas mulheres) falta ainda verificar se é a impaciência que acelera o envelhecimento ou se, ao contrário, as pessoas com telômeros mais curtos "sabem" de alguma forma que vão envelhecer antes e desenvolvem uma personalidade mais impaciente.
No fim, assim como diz o ditado popular, "a paciência é a mãe de todas as ciências."

Brasil descobre moléculas que combatem leucemia

 

Brasileiros trabalham para descobrir um remédio contra a leucemia, uma doença maligna originada na medula óssea, local onde as células do sangue são produzidas.

Um grupo formado por professores e alunos da UFF, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), está pesquisando três moléculas capazes de combater a leucemia, o mais comum câncer do sangue.
A equipe vem trabalhando desde 2009 com as quinonas – substâncias orgânicas coloridas presentes na natureza – e buscando aprofundar o conhecimento de suas atividades biológicas, principalmente anticancerígenas.

Além da esperança, o estudo é um embrião de um trabalho ainda maior, que pretende descobrir um novo medicamento.
O grupo formado pelos professores Fernando de Carvalho da Silva e Vitor Francisco Ferreira, do departamento de Química Orgânica, do Instituto de Química da UFF,  vem investigando a atividade dessas moléculas frente a células leucêmicas.
Foto: UFF

O remédio
Segundo Fernando Carvalho da Silva, o Grupo de Síntese Orgânica tem uma de suas linhas de pesquisa voltada para a busca de novos fármacos.
“Nós sintetizamos moléculas de baixo peso molecular que tradicionalmente possuem funções responsáveis por determinadas atividades farmacológicas”.
As naftoquinonas, por exemplo, têm propriedades microbicidas, tripanomicidas, viruscidas, antitumorais e inibidoras de sistemas celulares reparadores, processos nos quais atuam de diferentes formas.
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o trabalho contou também com parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que fomentou a bolsa dos alunos de pós-graduação envolvidos na pesquisa.
Além dos benefícios que vem trazendo para a universidade, como a propriedade intelectual em si, explica Carvalho da Silva, o trabalho serve para mostrar a sociedade, “que é quem nos financia, que estamos trabalhando na direção de melhorar a qualidade de vida das pessoas na busca de novos fármacos”.
A pesquisa, que pode ser lida na íntegra acessando o link do European Journal of Medicinal Chemistry –http://dx.doi.org/10.1016/j.ejmech.2014.07.079 – ainda não serve de base para nenhum tratamento utilizado atualmente, porque, segundo o professor, “precisa vencer muitas etapas para que se torne um medicamento para combater a leucemia”.
Entretanto, estamos formando recursos humanos voltados para a pesquisa e mobilizando alunos da UFF na execução do trabalho.”
O trabalho faz parte da tese de doutorado da aluna Mariana Cardoso, do Programa de Pós-Graduação em Química da UFF, que reuniu também as alunas da UFF de iniciação científica, Illana da Silva e Isabela Santos.
Leucemia
A leucemia atinge os glóbulos brancos (leucócitos).
Essas células atingidas, que passam a se reproduzir de forma descontrolada, ocasionam os sinais e sintomas da doença, que se divide nas categorias mielóide e linfóide, de acordo com a célula envolvida.
Núcleo de Pesquisas e ciências

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