domingo, 4 de setembro de 2016

Dia Mundial da Paralisia Cerebral


O dia 04 de setembro é o dia mundial da paralisia cerebral. Outro termo usado como sinônimo é encefalopatia crônica não progressiva da infância, por se tratar de uma condição neurológica crônica, que evolui com atraso de desenvolvimento, porém sem regressões.
O quadro é composto por alterações motoras, como hipertonia (quando a criança tem sua musculatura mais rígida) ou hipotonia (quando a criança é mais molinha), dificuldades para comer, deglutir, andar, sentar e correr, além disto, pode-se ou não, observar um déficit intelectual associado.
Esta situação pode ser decorrente de diversos problemas distintos, desde condições congênitas, como infecções congênitas, mal-formações, ou infecções pós-natais, como meningites; mas o principal motivo é a hipóxia neonatal, ou seja, a falta de oxigenação na hora do nascimento. Ainda assim, há casos em que mesmo com exames adequados não é possível esclarecer a sua etiologia
A partir do momento em que é observado algum atraso no desenvolvimento neurológico da criança é importante que este indivíduo seja prontamente encaminhado para ser estimulado com as terapias multidisciplinares (fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outras), de acordo com a dificuldade do paciente. Além disso, deve ser encaminhado à equipe médica que deverá ser composta por pediatra, neurologista e demais especialidades de acordo com as intercorrências clínicas de cada paciente. A evolução vai depender tanto da agressão ou lesão em si, como também das estimulações que o paciente recebe e quão cedo estas reabilitações se iniciaram.
Mas e porque ter um dia para a paralisia cerebral? A importância desse dia é de enfatizar a atenção que deve ser dada a estes pacientes, isto abrange desde a acessibilidade de vias públicas, o transporte em veículos para cadeirantes, as cadeiras de rodas apropriadas para cada paciente, distribuição de medicações e a assistência de equipes formadas por profissionais da área da saúde. Dessa forma, enxergando o paciente como um todo é possível proporcionar melhores condições de vida para essas crianças e, consequentemente, suas famílias. 

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