domingo, 11 de setembro de 2016

Próteses feitas em impressoras 3D viram realidade

Quando pequeno, o catarinense Lucas Kosby perdeu a mão em um grave acidente. O pai, Nilmard, começou a procurar para o garoto opções de próteses. Apesar da qualidade e realismo de alguns modelos, Lucas não se interessou.
Agora, com 11 anos de idade, o menino viu uma nova oportunidade: uma mão feita em uma impressora 3D. A mudança de opinião de Lucas aconteceu quando ele descobriu o trabalho da ONG norte-americana Enabling the Future, que começou, em 2015, a fazer testes em crianças em todo o mundo com próteses impressas.
A ideia central da instituição é reverter a lógica dos membros mecânicos: em vez do realismo, a aposta é no visual atraente. E mais: graças ao processo de fabricação, o custo diminui R$ 13 mil. O mais importante, porém, é que a prótese se adapta às características de cada usuário. Lucas, por exemplo, tinha problemas no punho.
A bk3D - empresa que imprimiu a prótese no Brasil - conseguiu adaptá-la às particularidades do garoto. Um dos primeiros a testar a tecnologia no mundo e no Brasil, Lucas aprovou a ideia. "É muito legal. Todos meus amigos gostaram", conta o garoto. 

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